sexta-feira, 14 de setembro de 2007

DOSSIÊ BENNY HINN (Parte 5)

UM TERRÍVEL ENGANO

Hinn tenta reforçar e dar sustento ao seu interesse por tumbas e mortos (já mencionado), fazendo referência ao milagre do Antigo Testamento do ossos do Profeta Eliseu, que trouxeram um homem à vida.
Fazendo um exame detalhado do episódio de Eliseu, ficará claro que não existe nenhum paralelo ou comparação ao que reclama Hinn. O acontecimento milagroso depois da morte de Eliseu é este;
“Depois morreu Eliseu, e o sepultaram. Ora, as tropas dos moabitas invadiram a terra à entrada do ano.
E sucedeu que, enterrando eles um homem, eis que viram uma tropa, e lançaram o homem na sepultura de Eliseu; e, caindo nela o homem, e tocando os ossos de Eliseu, reviveu, e se levantou sobre os seus pés.” (2 Reis 13:20,21)
Um estudo detalhado deste caso trará a luz claramente quatro coisas;

1. Este é um milagre de ressurreição de mortos, e não um sentimento estranho, uma “unção” duvidosa ou um temor. Não há nada nos versículos acima de 2 Reis que subjetiva a referida “unção”. Hinn não levanta nenhum morto através do ossos de Khulman ou McPherson. O acontecimento de Eliseu fala claramente sobre a volta a vida – ressurreição – a partir da morte de um corpo.
2. Isto é obviamente um selo de testificação divina à profecia que antes de morrer Eliseu entregou ao Rei Joás. (2 Reis 13.14-19)
3. Mesmo morrendo de enfermidade, a permissão e aprovação de DEUS estava sobre a vida e a morte deste profeta. Certamente isto é contrário aos ensinos dos mestres da fé, como Hinn e outros. Você pode ficar enfermo e morrer de uma enfermidade e ter a aprovação de DEUS. Este evento demonstra o contrário do evangelho de santidade pregado por Hinn.O emprego artificial deste caso por Hinn, abre o caminho para toda classe de excessos estranhos. Adan Clarke cita um dos usos errados; “este é o primeiro, e creio que o último caso documentado de um milagre realizado pelos ossos de um morto, e mesmo assim, sobre ele tem sido montado todo o sistema de relíquias pela igreja romana”. Assim, como a criação foi única, o maná foi único e para aquela época, este foi um acontecimento de ressurreição único. Hinn não pode utilizado para validar suas visitas ao cemitério.